Cirurgias Reparadoras
Toda cirurgia plástica na verdade é estética. Pois quando tratamos de um acidentado queremos que ele fique esteticamente bem. Portanto, é um contrasenso denominar uma plástica de mamas como estética e uma reconstrução de mamas como reparadora, quando as duas têm os mesmos objetivos finais.
Mas convencionou-se chamar de reparadora aquela que o órgão não existe, ou nasceu com defeito, ou foi perdido por trauma, ou retirado para tratamento de câncer.
Exemplos dessa prática dentro da especialidade são os defeitos congênitos de face, tais como fissuras lábio palatinas, e inúmeras síndromes crâneo faciais; defeitos dos genitais (hipospadias), das mãos (sindactilia, polidactilia etc); traumas de face, tumores de pele, traumas de mãos, e outras cirurgias desse segmento corporal. Também em micro cirurgia de nervos, reimplantes de membros, e ultimamente até transplante de mão e face mutiladas. Enfim, a cirurgia plástica está presente sempre que houver a necessidade de reconstruir algum órgão ou segmento externo inexistente ou perdido, ou traumatizado. Essa é a cirurgia reparadora. Um conceituado cirurgião plástico não é aquele que simplesmente coloca uma prótese na mama. É aquele capaz de realizar bem essas cirurgias.